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Palestra sobre Perdas de Produção

Colaboradores participam de palestra sobre perdas de produção

No dia 12 de janeiro os auxiliares de empacotamento e beneficiamento da Granfino puderam aprender um pouco mais sobre a importância do contre das perdas de produção, em palestra sobre o assunto realizada na sala de reuniões da empresa.

A palestra foi iniciativa da Vector Consulting, consultoria que, desde dezembro do ano passado, vem colaborando para a melhoria de processos de trabalho e controles internos da Granfino.

Através dela, os consultores Haroldo Maia e Paulo Pereira procuraram mostrar aos colaboradores que trabalham diretamente nos processos de produção da empresa a importância do apontamento correto de todas as perdas diárias de produção para que seja possível calcular o impacto destas perdas no custo final do produto.

De maneira simples, os palestrantes mostraram como as perdas de produção irão influenciar diretamente o preço dos nossos produtos e como isso se reflete também na vida dos colaboradores dentro da empresa.

Muito interessados, os colaboradores participaram ativamente, apontando possíveis problemas, apontando possíveis problemas e dando sugestões para a solução dos mesmos.

Fonte: Granfino Informa – Ano VI – Janeiro de 2011 – nº 63

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LENC revisa seu modelo de negócio com o Projeto Evolução

A LENC, face ao seu expressivo crescimento nos últimos anos, entende ser este o momento oportuno para adequar suas práticas gerenciais aos seus negócios, e em parceria com a Vector Consulting estabeleceu o Projeto Evolução.

Serão contemplados a revisão do modelo de negócio, adequação da estrutura organizacional, aumento da eficiência operacional, implementação de uma gestão de performance, adoção de melhores práticas de gestão de pessoas e melhoria no processo de comunicação.

Os trabalhos serão desenvolvidos durante um período de sete meses, sob a coordenação dos consultores da Vector Consulting e com o apoio estratégico da Gerência de SGI. É importante observar que estas transformações são indispensáveis para o crescimento sustentável da LENC.

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Granfino investe no desenvolvimento dos processos internos

Com o objetivo de melhorar cada vez mais seus processos de trabalho, a Granfino está aprimorando a forma como calcula e avalia seus custos produtivos e administrativos através da “Gestão de Custos Baseada em Atividades”.

Para realizar essa tarefa, a Granfino conta com a ajuda da Vector Consulting, que desde setembro de 2010 vem desenhando os processos de trabalho da empresa, remodelando e atualizando a forma como os custos e despesas são controlados, além de preparar todo o Orçamento de Vendas e Despesas para o ano de 2011, construindo uma nova forma de trabalhar.

Para saber de onde vem esses custos e despesas foi necessário construir, o que se chama na linguagem técnica, a “árvore de processos”, que mostra todas as atividades necessárias para produzir os produtos Granfino, desde a compra da matéria-prima, passando pela embalagem até o transporte para os nossos clientes; quais máquinas e quanto de matéria-prima serão utilizadas, quantas horas serão necessárias, embalagens, luz, água, etc.

Além disso, foi preciso atualizar todos os “endereços” internos – os Centros de Custos e Contas Contábeis – colocando as máquinas e as pessoas onde elas realmente estão hoje, uma vez que essa informação não refletia mais a realidade de trabalho atual por conta das mudanças e melhorias realizadas.

Outra mudança importante foi a melhora do processo de geração de informações, através das Ordens de Serviço, utilizadas para solicitar consertos ou reformas, onde todas as manutenções terão que ser registradas, calculadas e lançadas no sistema Datasul. As Ordens de Produção utilizadas para planejar e acompanhar o processo produtivo também estão em reformulação para atender essas novas necessidades.

Dessa forma, a Granfino e seus gestores terão à sua disposição ferramentas de análises modernas que permitem avaliar com rapidez as mudanças necessárias para manter a competitividade no mercado.

Fonte: Granfino Informa – Ano VI – Janeiro de 2011 – nº 62

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Indústria de consumo reinventada

A simples atitude de cortar custos não mais parece suficiente para garantir ganhos de mercado.

O primeiro setor da economia a acusar uma eventual retração de mercado é a indústria de consumo. No momento atual, de desaceleração da economia mundial, agrega-se um desafio maior, que é o de atender à necessidade de sua excelência o consumidor. Novas tecnologias são inventadas e desenvolvidas todos os dias, quase sempre pautadas por informações de mercado ou suportadas por análises de especialistas os mais diversos. Pelo menos é o que delas se espera. No entanto, embora tenhamos experimentado nos últimos anos um grande crescimento tecnológico e de conhecimento, é fato que pouca coisa mudou na cabeça do consumidor, que é quem mais importa nesse processo.

A tarefa árdua então passou a ser descobrir maneiras de ganhar a corrida da competição, não importando se a resposta está na tecnologia, nos processos, no modo de vender esse ou aquele produto ou mesmo na maneira de ser de cada consumidor. A grande vedete das ultimas décadas foi o controle e os artifícios sobre a tal cadeia de suprimentos, ou, como preferem alguns, o supply chain. Desde então, desenvolver métodos de otimização e de gerenciamento sobre determinada área do processo produtivo era a saída a ser alcançada, muitas vezes até como tábua de salvação para muitas organizações.

Reduzir os custos e aumentar o chamado market share eram objetivos perseguidos com tal carga de concentração de esforços que hoje há quem entenda essa busca como um verdadeiro “mantra corporativo”.

Hoje, porem, o momento parece apontar para novas necessidades. A simples atitude de cortar custos não mais parece suficiente para garantir ganhos de mercado em escala e aumento na realização de lucros. Por outro lado, apenas saídas meramente tecnológicas também provaram ser insuficientes, na medida em que o consumidor nem sempre é aberto a grandes e geniais inovações. Em outras palavras, sempre haverá aquele consumidor mais tradicional, avesso às invenções ou às telas de computadores. E ele deverá ser atendido também.

Para tanto, passa a ser fundamental não apenas conhecer os tradicionais processos de posicionamento mercadológico, mas também desenvolver habilidades para executar mudanças e inovações rapidamente. Não são poucos os exemplos de grandes lojas de departamentos no mundo que, em determinado momento, optaram por criar centros de compras menores – como as lojas de conveniência – e passaram a oferecer uma gama maior de produtos agregados aos seus principais objetivos de vendas. Esse tipo de iniciativa provou ser de extrema eficiência e, de acordo com pesquisas, agradou principalmente por proporcionar aos consumidores a possibilidade de encontrar tudo em um só local.

Quem saiu na frente nessa reinvenção certamente encontra-se em situação mais competitiva, mas é apenas uma questão de tempo para que concorrentes se adaptem e voltem a dividir espaços de mercado. E assim vai o ciclo, de reinvenção em reinvenção, numa luta constante pela conquista do consumidor.

O diferencial então, está nos processos de execução, mais especificamente na velocidade de mudança de uma corporação, na sua capacidade de adaptação e na sua arte de comunicação com o cliente.

A questão que resta é saber se há algum limite para reorganização e para reinvenções. O desafio, portanto, é saber quem terá as próximas “boas idéias” antes. Neste particular, ser brasileiro pode ser um diferencial competitivo, pois estamos acostumados a lançar mão da criatividade para enfrentar nosso cotidiano. E é bom pensar rápido.

Carlos Freitas
Diretor Presidente

Fonte: Revista InformationWeek

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A jornada necessária

Cancelar investimentos, reduzir custos ou realizar cortes de pessoal, na maioria das vezes, piora o desempenho.

Com os últimos acontecimentos nos Estados Unidos e com seus reflexos internacionais, é imprescindível refletir sobre as consequencias no mundo empresarial. Mais do que nunca, é necessário continuar com o pragmatismo, tanto em caráter individual como no organizacional. Devemos encarar os desafios e aceitar a missão de enfrentar essa difícil situação com atitudes seguras e sem precipitações, sob pena de termos de colher frutos bastante amargos no futuro próximo.

As organizações, na sua grande maioria, estão engajadas nessa jornada, mas podemos notar que as companhias internacionais presentes na América Latina estão sempre um pouco defasadas em relação aos Estados Unidos, Ásia e Europa. Por isso, esse ensaio racional de procedimentos convida o leitor – em especial aquele responsável pela tomada de decisão – à reflexão para seu plano de ação de curto prazo.

Na preparação para o futuro, os recursos humanos sem dúvida devem ser encarados como ponto primordial. Enquanto a economia sofre abalos, as pessoas sofrem uma tremenda pressão, sendo de suma importancia recrutar e manter os melhores profissionais, com contínuo desenvolvimento e recompensa.

Ao tomar alguma decisão baseada nessa turbulencia, sem precedentes pela sua caracteristica, vale lembrar que cancelar investimentos, reduzir custos ou realizar cortes de pessoal, na maioria das vezes, piora a performance ao invés de melhorá-la.

Isso sem contar os custos não-mensuráveis, ou seja, aqueles causados pela difícil tarefa de remontar um bom quadro de profissionais perdidos ou, pior ainda, ter de reconquistar clientes e prospects anteriormente trabalhados e fidelizados por uma equipe precipitadamente dispensada.

É chegada a hora de acordar para a e-revolution, na qual os competidores se transformam da noite para o dia, com mega fusões e outras formas de corpo a corpo desse mercado. também acredito que é tempo de consolidar suas vantagens competitivas, ajustar investimentos, reduzir custos de acordo com o planejado e de forma acelerada, pois, a transformação de organização nunca deve ser interrompida, mas pode – e deve – ser ajustada quando necessário.

Carlos Freitas
Diretor Presidente

Fonte: Revista InformationWeek

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